Introdução rápida
Diagramas de afinidade foram criados na década de 1960 por Kawakita Jiro e são eficazes para organizar informações qualitativas a respeito de problemas, produtos ou processos.
Utilização
Frequentemente diagramas de afinidade são o ponto de partida em um processo de resolução de problemas. Após uma sessão de brainstorming, várias ideias estão disponíveis, mas não organizadas, necessitando ser dispostas de uma maneira gerenciável - é um momento convidativo para a criação diagramas de afinidade.
Metodologia
Traduza o problema, mesmo que seja complexo, em uma frase. Por exemplo: “parafuso quebra por excesso de torque” ou “muitas ligações perdidas por excesso de espera”. Cada membro do time deve fazer uma lista de ideias sobre a causa do problema, é interessante que as ideias sejam escritas em post-its ou papéis independentes. A figura 1 mostra ideias vindas de um grupo formado por 3 membros, não é necessária a identificação da proveniência de cada ideia, para não gerar timidez ou medo nos participantes.
Figura 1: cada membro do grupo escreve suas ideias em post-its
Após eliminadas as ideias repetidas, os papéis devem ser agrupados por afinidade (a ideia X da figura 1 aparece duas vezes, portanto um dos post-its pode ser eliminado antes da próxima etapa).
A figura 2 mostra ideias separadas em grupos, sendo os cabeçalhos dos grupos post-its de cor diferente dos das ideias. Os cabeçalhos são a última etapa do processo de separação por afinidade, ou seja, somente são criados quando todas as ideias estão separadas em grupos bem definidos.
Figura 2: ideias agrupadas por afinidade
Interpretação
Ao final do processo um conjunto maior de ideias pode ser representado por um conjunto menor de ideias principais: os cabeçalhos (14 ideias viram 4 ideias principais no caso da figura 2). É importante enfatizar que as ideias são agrupadas de maneira qualitativa, fazendo com que os diagramas de afinidade sejam ferramentas importantes para ganhar foco e então analisar dados de maneira mais robusta (utilizando uma matriz de priorização, por exemplo).
Ao final do processo um conjunto maior de ideias pode ser representado por um conjunto menor de ideias principais: os cabeçalhos (14 ideias viram 4 ideias principais no caso da figura 2). É importante enfatizar que as ideias são agrupadas de maneira qualitativa, fazendo com que os diagramas de afinidade sejam ferramentas importantes para ganhar foco e então analisar dados de maneira mais robusta (utilizando uma matriz de priorização, por exemplo).


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